Os bebês e o sol: Boa combinação?

Dentre os benefícios e prejuízos causados pelo sol, a prevenção é fundamental, principalmente quando se trata de bebês. Segundo especialistas, os riscos mais comuns do contato com o sol são: queimaduras, insolação e, por consequência, desidratação. Porém, os problemas mais preocupantes ocorrem em longo prazo, já que, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, os efeitos da radiação solar são cumulativos: Os raios ultravioletas A e B são responsáveis, futuramente, por manchas de envelhecimento e pelo câncer de pele.

A vitamina D.
Fundamental para a absorção do cálcio pelo organismo e, por consequência, para o crescimento, ela é obtida por meio dos alimentos, mas também indiretamente pelo sol. Daí a tradicional recomendação para que os bebês tomem um “banho de sol” todas as manhãs, a fim de evitar doenças como o raquitismo.

Divergência entre Especialistas.
Para o pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital São Luiz (SP), a rotina do banho de sol é fundamental para o bebê: “Ele é indicado no final do tratamento da icterícia e desde os primeiros dias de vida, para ativar a vitamina D e prevenir uma doença chamada raquitismo, que provoca o enfraquecimento dos ossos. A exposição da criança deve ser feita diariamente, por cinco à dez minutos, entre 8 e 10 horas e depois das 16 horas”, recomenda. O especialista reforça que a criança deve tomar sol diretamente na pele, em uma área de cerca de 20 cm, sem que a absorção seja filtrada pelo vidro da janela, por exemplo.

Por outro lado, os médicos que seguem o consenso alertam para os riscos que o sol pode trazer para o bebê: “Ainda não existe comprovação, mas sim uma preocupação por parte dos médicos em todo o mundo. Por isso, há três anos, o banho de sol não é mais recomendado em bebês de até seis meses por causa dos possíveis efeitos no futuro relacionados ao câncer de pele”, explica a pediatra Danielle Negri, do Grupo Perinatal (RJ).

Então, o que fazer?
De fato, o banho de sol é um bem necessário para a saúde do bebê, o seu organismo precisa da luz do sol para fazer a síntese da vitamina D. Então como aproveitar o sol com segurança, principalmente em um país tropical como o Brasil, onde ele brilha o ano todo? Descarte o uso do protetor solar nos primeiros seis meses de vida - antes disso, há risco de alergia e irritação. O melhor horário para passear ao ar livre é antes das 10h e após 16h, quando há menos incidência dos raios UVB. Além disso, roupas de fator de proteção solar são extremamente recomendáveis para passear com o bebê, já que filtram a radiação e o protegem.

Onde encontro Roupas de Fator de Proteção Solar?
UV.LINE      


A UV.LINE é uma empresa de bastante credibilidade no mercado, todos os tecidos utilizados pela marca, são submetidos a testes da Agência Australiana de Proteção à Radiação e Segurança Nuclear (Arpansa), que podem ser verificados no próprio site. Os preços variam de R$ 80,00 à R$ 200,00.

SHELTER BEACH 



A empresa é de Brasília, com filial em Campinas, e confecciona roupas de fator de proteção solar sob encomenda para todas as idades. Confeccionam a partir da tecelagem, que tem o certificado de Proteção Solar. Os preços variam de R$ 40,00 à R$ 100,00.

O que fazer em caso de queimaduras, irritações e assaduras.

- No banho, lave a pele com sabonete neutro;
- Faça compressas geladas, de chá de camomila ou soro fisiológico, com uma fralda de pano ou gaze. Deixe-a sobre a pele até que fique seca, e então, troque, para refrescar. Se possível, faça três vezes ao dia, para ajudar a aliviar o ardor;
- Jamais estoure uma bolha. Ela funciona como um curativo natural do corpo;
- Não use hidratante ou outro creme – algumas fórmulas podem irritar ainda mais a pele;

CONVERSATION

0 comentários:

Postar um comentário

Back
to top